sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

E eu que queria ser Catallus...

   Poeta Catallus, o grande poeta que  que se censurou por se apaixonar:
"Abra seus olhos garoto idiota e inocente, veja o que aconteceu:
Agora ela não é mais submissa: você deve agir mais como um homem, seu pobre idiota!
Não corra atrás dela, sua mente se esvai em lágrimas".
   

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

E eu que queria ser "Policartista"...

        Bom, o termo "Policartista" é o neologismo, que eu atribui as crenças, ideias, e ao estilo de Policarpo Quaresma, personagem do livro "Triste fim de Policarpo Quaresma" de Lima Barreto.
         Lima Barreto foi um escritor pré-modernista, e nesta obra, cuja a qual citei acima, apresenta características deste movimento literário, a linguagem é bem mais coloquial, e os personagens do livros são da baixa burguesia, são moradores do subúrbio e militares.
         Policarpo Quaresma é uma espécie de Dom Quixote brasileiro (como já ouvi, vi e li em outros lugares), ele é dotado de um patriotismo ufanista, que tomou conta de seu ser completamente aos 18 anos. Ao longo da obra ele engrandece as belezas naturais, engrandece a nossa gente, os nossos costumes, enfim tudo aquilo o que é Brasileiro. Ele defende a língua Tupi, pois acha que ela é a nossa língua oficial, e que a língua é o maior sinal de nossa nacionalidade.
          Em determinada parte do livro ele se dedica a agricultura com o intuito de provar, que nesta terra, "tudo o que se planta dá"; também era favorável ao violão, achava que era um instrumento que nos ajudava a fixar as nossas músicas na história.
         Quaresma, fazia parte do exército, ele era movido a defender a Pátria mãe. Ele era tratado como Major, mas durante o livro ele ocupa outras funções, a grande sacada do romance está exatamente neste ponto, onde ele dedica a sua vida a pátria e ironicamente é preso e morto como um traidor de seu país.
         O ultimo capítulo do livro vem dotado de distopias, Policarpo percebe que tudo o que ele fez durante toda a sua vida não valera de coisa alguma, a afilhada de Quaresma passou a ser distópica da política e das pessoas assim como Coração dos Outros (amigo de Quaresma). Essa distopia, nos proporciona perceber que o grande positivismo (cujo o qual o livro é dotado) na maior parte nos impede ter uma visão ampla das situações que nos cerca.
        Lima Barreto, faz inúmeras críticas no livro, entre elas o casamento arranjado, os cargos públicos conseguidos através de barganhas, critica também a pobreza dos subúrbios, critica a pobreza de nosso interior, critica os falsos doutores, os falsos sábios; faz uma crítica geral a sociedade Brasileira. O que torna o livro mais interessante é que o autor, usa expressões que hoje em dia ainda são extremamente comuns, por exemplo, nosso apreço por grupos revoltosos, alguns aspectos políticos, a ocupação de terras, etc. problemas que ainda assolam o nosso Brasil.
         Este livro é um grande clássico da literatura brasileira, é cheio de grandes ensinamentos, é um livro que todos deveriam ler, ensina sobre nossa história, sobre nossa terra, sobre nossa cultura e sobre nossa língua. É um livro que com certeza nos ajuda a compor nossos ideais.

   

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Eu eu que não queria ser tolo...

Quando você começa a perceber que está sendo um completo idiota, patético, estulto, tolo e etc... É que as coisas começam a MELHORAR.